[...] de alegria
raiou o dia
a alegria de nascer
alegria de cantar
alegria de viver
alegria de amar
em paz
de amar em paz [...]
seu jorge, gran.
doutores da alegría...
ah, tá na arte, vem lá de dentro... é como pular em uma cama-elástica, você esquece, mas não é uma coisa pensada, simplesmente surge coisas que transformam-se, você salta e liberta-se, vê o outro sorrindo, saltando de alegría, é recíproco, é delituoso. é o melhor sentimento que pode ser transferido, porque em sua formula contém: uma dose de amor, atenção, espontaneidade e compaixão...é sereno. o ato de estar alegre é de estar livre, desempedido para viver, livre de pré conceitos, é estar apto para olhar lá dentro e ver como as coisas são valiosas.
o tempo que estamos aqui é insignificante, não merece ser desvalorizado. então viva em paz...de amar em paz[...]
existe grandes diferenças entre sentir compaixão e sentir pena, sentir pena é ver o ato acontecer, porém sem raciocinar, é ver a dor e sentar ao lado e chorar junto... agora compaixão não, compaixão é racionalizar com o coração, com amor; pode parecer estranho, só que lagrimejar ao lado não resolve, mas ao pensar na solução, sentir a garra para solucionar o problema, tirar as pedras do caminho, sacudir, tirar a poeira e dar a volta por cima resolve o problema... basta querer auto ajudar-se, ter consciência do problema... seu amigo mais parecerá um espelho refletindo sua vontade de vencer do que um mero ajudante.
ter compaixão é gerar raciocínios, é ajudar com amor...é doar-se.
faz bem fazer bem..
